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Por que entender a raiz do feminismo?

  • Foto do escritor: Juliana Vicente de Souza
    Juliana Vicente de Souza
  • 23 de nov. de 2024
  • 2 min de leitura

1 Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. 2 Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, 3 Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, 4 Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, 5 Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. 6 Porque deste número são os que se introduzem pelas casas, e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências; 7 Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade.     

2 Timóteo 3:1-7


É com esta palavra forte, que começa falando de homens presunçosos que começo este artigo. Mas você pode estar se perguntando, por que?



O feminismo é um movimento político que tem suas raízes nas teorias Marxistas. O filósofo Karl Marx, propulsor do Marxismo que viveu nos anos de 1818 a 1883 (e deixou seguidores aplicados a dar sequência em suas teorias). Ele acreditava que para que todos vivessem em "igualdade" seria necessário uma revolução social. E esta revolução só seria possível com o extermínio da família tradicional e da igreja, tanto que uma de suas famosas frases é "A religião é o ópio do povo".


As teorias de Marx são bases do Movimento Político Comunista, e estão até hoje intimamente conectadas ao feminismo. Como apresentado no versículo de 2 Timóteo, são homens orgulhosos e presunçosos, que buscam o poder, através de um plano de mudança da sociedade, que consiste na destruição. Aparentam piedade, apresentam ao público as causas sociais, expõem os diversos problemas, e por vezes criam problemas, gerando grupos antagônicos, pois estes movimentos se alimentam do caos.


Entram nas casas e levam mulheres néscias, que podemos traduzir como sem conhecimento da verdade, carregadas pelo desejo do pecado, que irão estudar muito e nunca chegarão a verdade, pois ignoram a verdade e baseiam-se em teorias vãs, ignorando sempre fatos que não favorecem suas narrativas. 


A autora feminista Alexandra Kollontai (1872-1952), que escreveu “A família e o comunismo”, aborda a ideia que a liberdade da mulher está constituida em depender únicamente do Estado, sendo assim livres dos maridos e também transferindo a obrigação de cuidar dos filhos para o governo. “Já não existirá a mãe oprimida com um bebê nos braços. O Estado dos trabalhadores se encarregará da obrigação de assegurar a subsistência a todas as mães, estejam ou não legitimamente casadas [...]”


Até aqui podemos verificar como Cristianismo e Feminismo compõem fontes antagônicas, visto que a raiz feminista acredita que para seu plano funcionar é necessário o fim da família tradicional e da igreja, enquanto para o Cristianismo a base está fundamentada na família tradicional e na igreja.


Com este entendimento, a palavra de Deus dizem Tiago 3:11-12: 11 Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa? 12 Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas, ou a videira figos? Assim tampouco pode uma fonte dar água salgada e doce.


Sendo assim, seguimos com o entendimento que o feminismo, desde sua raiz, não tem condição de caminhar junto do cristianismo pelo fato de buscar sua extinção.


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